Olá galera
E aí?
Como que vão as coisas?
Comigo estão indo bem, sempre na correria de sempre, e como sempre, também cansado, shopping esgota qualquer um, nem gás pra internet, blog, estou tendo mais, está dando pra perceber não é mesmo? Mas vou procurar não sumir pelo menos do blog, meus planos eram de atualizar na segunda passada, que foi quando foi a minha folga, mas tive um imprevisto, foi o seguinte:
Resolvi ir ao shopping, no outro da cidade lógico, só pra comprar o Box She-Ra Primeira Temporada – Parte 2, e nisso comprei, voltei pra casa, e quando chego em casa, que vou abrir o Box veio faltando o disco um, e lá vai eu de volta ao shopping ver se tinha a possibilidade d’eu estar trocando ele, graças a Deus consegui trocar, mas só nessa brincadeira foram quase dez reais de passagem, já que aqui é um e noventa uma passagem, ninguém merece. Cheguei tão pregado em casa que nem coragem de ligar o computador eu tive, nem na academia fui, resolvi tirar pra descansar mesmo, que aliás foi uma correria danada que foi como se eu tivesse trabalhando, graças a Deus não tinha engarrafamento nas ruas por onde o ônibus passou.
Na academia está indo bem, voltei vai fazer um mês, mas estou só fazendo esteira, geralmente estou numa preguiça só, é o shopping, não vejo a hora de arrumar outra coisa pra ter mais disposição, porque trabalhar em pé das 14h às 22h não é fácil não.
Mas essa semana, mas em dezembro tudo à de mudar, esse mês vou começar a colocar currículos em papelarias, livrarias, atuar em outras áreas, e óbvio, fora de shopping, quero nem saber mais de comércio ou vendas em shopping, quero é sumir, só loja de rua.
Há quase um mês atrás conheci um garoto, e estamos ficando, o que dificulta nossos encontros são meus horários, ele trabalha em horário comercial de loja de rua, e eu em horário comercial de shopping, o que como sempre que mata. Mas um dia há de mudar.
Bom galera.
Agora vou nessa.
Grande abraço a todos vocês
Até a próxima
Tenham um bom fim de semana, seguido de uma ótima semana.
Abraços e Beijos
Apenas Alguém
apenas-alguem@live.com
sábado, 18 de outubro de 2008
Cansaço
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Não Sou Gay
Olá galera
E aí?
Tudo bem com vocês?
Bom, minha semana está só na correria, essa semana eu recebi e pra variar minha grana já foi quase toda só em dívidas, prestação do MP4, do tênis, ainda me sobrou R$ 300,00, mas como o meu bolso coçou hoje eu folguei e fui ao Shopping pra ver o preço do cartão do meu outro MP4 que o meu padrinho me deu de presente logo depois que eu comprei o meu, é do Paraguai, mas tudo bem. E nisso lá no Shopping resolvi passar nas Americanas (pra que?) lá vi os dois Box da She-Ra, primeira temporada em duas partes, e ainda um outro DVD do primeiro episódio, que na verdade é um filme (desenho) que conta a origem dela, e acabei comprando o Box da primeira temporada (primeira parte) e o DVD com o filme “O Segredo Da Espada Mágica”, só nessa brincadeira foram R$ 85,00, ainda bem que no outro domingo irei trabalhar e vou receber R$ 40,00, aí vai dá pra recuperar o dinheiro, o complicado que tem ainda o Box da segunda parte da primeira temporada, e ainda vi as duas partes da primeira temporada do He-Man, que com certeza vou querer comprar também, mas vou controlar o bolso porque com minha ida pra Itália vai me custar muito caro, então vou economizar em tudo. Ainda mais que tenho malas, passaporte, visto e roupas pra comprar, principalmente as de frio que vou chegar no fim do inverno, e lá é frio mesmo. No mais as coisas estão tudo bem.
Esses dias navegando pela internet achei esse texto bem interessante, dos heteros que só porque são e agem diferentes acabam sendo vítima de preconceito pela sociedade, colocarei abaixo aqui pra vocês.
*************************
“Não Sou Gay!”
Todo mundo sabe que a discriminação em relação aos homossexuais realmente existe. Mas o que acontece quando você sofre com o preconceito de algo que não é?
Complicada e perfeitinha. É assim que muitos encaram a fase da adolescência. Nessa época, em meio a tantas descobertas, são definidos alguns dos aspectos mais importantes da vida de cada um, e entre eles está a sexualidade. É normal se pegar pensando no assunto e até mesmo colocar em cheque as suas escolhas. O grande problema é quando os outros começam a questionar algo tão pessoal como a sua vida sexual.
Quem nunca teve problemas com esse assunto, sempre polêmico e delicado, acaba sofrendo com o pré-conceito das pessoas que tiram conclusões precipitadas. O estudante Manoel Braga, 18, é heterossexual, mas desde os 12 anos é confundido com gay. O motivo? Nunca hesitei em pedir um abraço a um colega ou dizer que ele ou ela era muito importante pra mim. A maioria das pessoas vive de acordo com um padrão de coisas que se pode ou não fazer, em vez de fazer simplesmente aquilo que as faz bem, diz. Visivelmente revoltado com a situação, o estudante diz já ter escutado frases extremamente discriminatórias como você não é dos nossos e você não gosta da fruta.
O professor de inglês Yuki Fujita, 19, sofre com o mesmo problema de Manoel. Yuki começou a ser confundido com gay desde que adotou um estilo diferente do que as pessoas estão acostumadas. Me confundiam principalmente quando eu usava elementos metrossexuais ou mais alternativos, explica.
Como Lidar Com O Preconceito
Quem passa pela mesma situação que Manoel e Yuki deve saber o quão difícil é lidar com o preconceito em relação a algo que você não é. Os colegas de Manoel tinham receio de serem vistos com ele. Eles preferiam se distanciar. Não me convidavam para festas, bate-papos, jogos, bebedeiras, conta.
Para passar por cima da discriminação, o estudante prefere ignorar os comentários maldosos e as brincadeiras de mau gosto. Não posso mudar o nível de consciência das pessoas. Não se pode levar a sério esse tipo de coisa. A impressão que tenho é que vivemos numa sociedade estereotipada, diz. Segundo a psicóloga Martha Daúd, a atitude de Manoel em relação à discriminação está correta. Tem que ignorar, não pode dar importância, dar ibope. Mas, se sozinho está difícil de dar conta do recado, não hesite em procurar a ajuda de um profissional, diz.
Já Yuki leva mais a sério esse lance de preconceito e acredita que existe uma lavagem cerebral que transforma as roupas em um código de vestimenta, as gírias em linguagem e padroniza o estilo de vida. Aqueles que não se influenciam por tudo isso, são mal recebidos e discriminados. Um ótimo exemplo é o que aconteceu recentemente quando alguns adolescentes adotaram o estilo chamado de ‘emo’, e foram taxados de homossexuais. A Rede Globo resolveu transmitir matérias explicando o que é o tal ‘emo’ e hoje em dia, qualquer pessoa que se vista alternativamente é taxada de ‘emo’ pelo povo, desabafa.
Quando está em público, é comum o professor de inglês escutar palavras pejorativas como viado. Ele diz que geralmente ignora, mas, que de vez em quando, também gosta de surpreender quem age dessa forma preconceituosa. Às vezes, finjo ser gay e respondo de maneira afetada para a pessoa. É incrível como elas ficam quietas e vão embora assustadas, conta.
A psicóloga alerta que em casos parecidos com o de Yuki e Manoel, o bom relacionamento com a família pode ser fundamental. Um bom vínculo familiar, uma família participativa e centrada, na qual o diálogo é freqüente, ajuda o adolescente a superar esse tipo de acontecimento. Já no caso de uma família desestruturada, a situação complica e a identidade pode ficar comprometida, explica Martha.
Mas Elas Gostam
É fato que o preconceito afeta diretamente as pessoas que passam por situações parecidas com a de Yuki e Manoel. Mas, como tudo tem seu lado bom, existem meninas que não ligam para esses rótulos e sabem lidar numa boa com a discriminação. Yuki conta que namorou uma garota que chegava a preferir pessoas alternativas como ele. Noivei por dois anos, o relacionamento terminou recentemente. Ela não só tolera, como se sente atraída por pessoas andróginas como eu, assim como todas as meninas do meu círculo de amigos, conta.
A estudante de psicologia Helena Conde, 18, confessa preferir os meninos mais educados e delicados. Muitas vezes, eles são confundidos com gays porque têm atitudes diferentes da maioria dos meninos. Mas já fiquei com garotos assim e posso dizer que de homossexual, eles não têm nada, diz. Helena conta que chegou a namorar um menino que era sempre confundido com gay e sofria demais com o preconceito. Alguns colegas meus me zoavam, dizendo que eu namorava um homossexual. Mas eu nunca liguei e não me arrependo. O namoro acabou por outros motivos, conta.
Colaborou: Martha Daúd PsicólogaE-mail: psimartha@gmail.comSite: www.psicologamartha.blogger.com.br
Fonte: Site Yahoo! Diversão – Teen
*************************
Como sempre o que é de se esperar, ninguém pode ser diferente, se alguém já age de um modo estranho já logo homo, não se pode fazer nada fora do normal que já é logo homo, quanta hipocrisia não é?
O que acharam do texto?
Bom galera, no mais é isso, um bom fim de semana a todos vocês.
Até a próxima
Beijos e Abraços
Apenas Alguém
E-mail / MSN: apenas-alguem@live.com
E aí?
Tudo bem com vocês?
Bom, minha semana está só na correria, essa semana eu recebi e pra variar minha grana já foi quase toda só em dívidas, prestação do MP4, do tênis, ainda me sobrou R$ 300,00, mas como o meu bolso coçou hoje eu folguei e fui ao Shopping pra ver o preço do cartão do meu outro MP4 que o meu padrinho me deu de presente logo depois que eu comprei o meu, é do Paraguai, mas tudo bem. E nisso lá no Shopping resolvi passar nas Americanas (pra que?) lá vi os dois Box da She-Ra, primeira temporada em duas partes, e ainda um outro DVD do primeiro episódio, que na verdade é um filme (desenho) que conta a origem dela, e acabei comprando o Box da primeira temporada (primeira parte) e o DVD com o filme “O Segredo Da Espada Mágica”, só nessa brincadeira foram R$ 85,00, ainda bem que no outro domingo irei trabalhar e vou receber R$ 40,00, aí vai dá pra recuperar o dinheiro, o complicado que tem ainda o Box da segunda parte da primeira temporada, e ainda vi as duas partes da primeira temporada do He-Man, que com certeza vou querer comprar também, mas vou controlar o bolso porque com minha ida pra Itália vai me custar muito caro, então vou economizar em tudo. Ainda mais que tenho malas, passaporte, visto e roupas pra comprar, principalmente as de frio que vou chegar no fim do inverno, e lá é frio mesmo. No mais as coisas estão tudo bem.
Esses dias navegando pela internet achei esse texto bem interessante, dos heteros que só porque são e agem diferentes acabam sendo vítima de preconceito pela sociedade, colocarei abaixo aqui pra vocês.
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“Não Sou Gay!”
Todo mundo sabe que a discriminação em relação aos homossexuais realmente existe. Mas o que acontece quando você sofre com o preconceito de algo que não é?
Complicada e perfeitinha. É assim que muitos encaram a fase da adolescência. Nessa época, em meio a tantas descobertas, são definidos alguns dos aspectos mais importantes da vida de cada um, e entre eles está a sexualidade. É normal se pegar pensando no assunto e até mesmo colocar em cheque as suas escolhas. O grande problema é quando os outros começam a questionar algo tão pessoal como a sua vida sexual.
Quem nunca teve problemas com esse assunto, sempre polêmico e delicado, acaba sofrendo com o pré-conceito das pessoas que tiram conclusões precipitadas. O estudante Manoel Braga, 18, é heterossexual, mas desde os 12 anos é confundido com gay. O motivo? Nunca hesitei em pedir um abraço a um colega ou dizer que ele ou ela era muito importante pra mim. A maioria das pessoas vive de acordo com um padrão de coisas que se pode ou não fazer, em vez de fazer simplesmente aquilo que as faz bem, diz. Visivelmente revoltado com a situação, o estudante diz já ter escutado frases extremamente discriminatórias como você não é dos nossos e você não gosta da fruta.
O professor de inglês Yuki Fujita, 19, sofre com o mesmo problema de Manoel. Yuki começou a ser confundido com gay desde que adotou um estilo diferente do que as pessoas estão acostumadas. Me confundiam principalmente quando eu usava elementos metrossexuais ou mais alternativos, explica.
Como Lidar Com O Preconceito
Quem passa pela mesma situação que Manoel e Yuki deve saber o quão difícil é lidar com o preconceito em relação a algo que você não é. Os colegas de Manoel tinham receio de serem vistos com ele. Eles preferiam se distanciar. Não me convidavam para festas, bate-papos, jogos, bebedeiras, conta.
Para passar por cima da discriminação, o estudante prefere ignorar os comentários maldosos e as brincadeiras de mau gosto. Não posso mudar o nível de consciência das pessoas. Não se pode levar a sério esse tipo de coisa. A impressão que tenho é que vivemos numa sociedade estereotipada, diz. Segundo a psicóloga Martha Daúd, a atitude de Manoel em relação à discriminação está correta. Tem que ignorar, não pode dar importância, dar ibope. Mas, se sozinho está difícil de dar conta do recado, não hesite em procurar a ajuda de um profissional, diz.
Já Yuki leva mais a sério esse lance de preconceito e acredita que existe uma lavagem cerebral que transforma as roupas em um código de vestimenta, as gírias em linguagem e padroniza o estilo de vida. Aqueles que não se influenciam por tudo isso, são mal recebidos e discriminados. Um ótimo exemplo é o que aconteceu recentemente quando alguns adolescentes adotaram o estilo chamado de ‘emo’, e foram taxados de homossexuais. A Rede Globo resolveu transmitir matérias explicando o que é o tal ‘emo’ e hoje em dia, qualquer pessoa que se vista alternativamente é taxada de ‘emo’ pelo povo, desabafa.
Quando está em público, é comum o professor de inglês escutar palavras pejorativas como viado. Ele diz que geralmente ignora, mas, que de vez em quando, também gosta de surpreender quem age dessa forma preconceituosa. Às vezes, finjo ser gay e respondo de maneira afetada para a pessoa. É incrível como elas ficam quietas e vão embora assustadas, conta.
A psicóloga alerta que em casos parecidos com o de Yuki e Manoel, o bom relacionamento com a família pode ser fundamental. Um bom vínculo familiar, uma família participativa e centrada, na qual o diálogo é freqüente, ajuda o adolescente a superar esse tipo de acontecimento. Já no caso de uma família desestruturada, a situação complica e a identidade pode ficar comprometida, explica Martha.
Mas Elas Gostam
É fato que o preconceito afeta diretamente as pessoas que passam por situações parecidas com a de Yuki e Manoel. Mas, como tudo tem seu lado bom, existem meninas que não ligam para esses rótulos e sabem lidar numa boa com a discriminação. Yuki conta que namorou uma garota que chegava a preferir pessoas alternativas como ele. Noivei por dois anos, o relacionamento terminou recentemente. Ela não só tolera, como se sente atraída por pessoas andróginas como eu, assim como todas as meninas do meu círculo de amigos, conta.
A estudante de psicologia Helena Conde, 18, confessa preferir os meninos mais educados e delicados. Muitas vezes, eles são confundidos com gays porque têm atitudes diferentes da maioria dos meninos. Mas já fiquei com garotos assim e posso dizer que de homossexual, eles não têm nada, diz. Helena conta que chegou a namorar um menino que era sempre confundido com gay e sofria demais com o preconceito. Alguns colegas meus me zoavam, dizendo que eu namorava um homossexual. Mas eu nunca liguei e não me arrependo. O namoro acabou por outros motivos, conta.
Colaborou: Martha Daúd PsicólogaE-mail: psimartha@gmail.comSite: www.psicologamartha.blogger.com.br
Fonte: Site Yahoo! Diversão – Teen
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Como sempre o que é de se esperar, ninguém pode ser diferente, se alguém já age de um modo estranho já logo homo, não se pode fazer nada fora do normal que já é logo homo, quanta hipocrisia não é?
O que acharam do texto?
Bom galera, no mais é isso, um bom fim de semana a todos vocês.
Até a próxima
Beijos e Abraços
Apenas Alguém
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